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28.12.11

Fazendo os combinados
















Voltando as aulas

Visitando o Pra gente miúda vi umas sugestões de brincadeiras e dinâmicas. Veja o que lhe interessa sucesso☺

Vai aqui algumas sugestões de trabalhos em EVA : Bem Vindos, calendário, palavrinhas mágicas...








trabalhando também as figuras geométricas

palavrinhas mágicas


moldes: menino e menina

Dinâmica do espelho para o 1º dia de aula



DICA:Em uma caixa de sapato, coloque um espelho e feche. Faça uma rodinha com seus alunos, fale sobre todas as pessoas quetrabalhamna escola, explique a função de todas, diretor, professor, secretária, serviços gerais, porteiro... e inclua ALUNOS. Depois da apresentação de todos, você diz que dentro daquela caixa, está a foto da pessoa mais importante da escola. Diga que vai mostrar a foto para todos, um por um e peça que ele não fale para nenhum amigo da sala.

Então você mostra a todos a caixa e claro, que ele vai se ver no espelho... Diga que aquela pessoa é a mais importante da escola. Vá até o último aluno e feche a caixa. Observe cada reação deles, e por fim elabore algumas perguntas sobre o que eles viram, se eles concordam... Essa aula irátrabalhara AUTO-ESTIMA de seus alunos. BOA SORTE!

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LEITURA E RECONTO DE HISTÓRIAS

LEITURA PELO PROFESSOR E RECONTO PELAS CRIANÇAS -
ORIENTAÇÕES PARA O PLANEJAMENTO DO PROFESSOR

(...) A roda de leitura pelo professor e o reconto feito pelas próprias crianças são situações didáticas distintas, que contribuem para diferentes aprendizagens das crianças. Ao planejar, é importante observar algumas orientações didáticas. Veja a seguir:

1. ANTES DE LER
* Escolher um texto de boa qualidade literária, que ofereça um bom enredo que subsidie as crianças para as atividades de ouvir histórias lidas e que possa apoiar a atividade posterior de reconto;
* Antecipar como acontecerá o trabalho de leitura e reconto, planejando como fazê-lo, inclusive antecipando boas perguntas que podem ser feitas para que a turma pense acerca da história ouvida e das formas de recontá-la, apoiadas nas regras da narrativa da linguagem escrita (e não da oral);
* Comunicar e combinar com a turma as fases do trabalho de leitura e reconto que acontecerá posteriormente, antecipando o que será realizado e chamando as crianças a participação;

2. DURANTE A LEITURA
* Ler o texto na íntegra, sem interromper a leitura para mostrar as imagens: ela pode combinar com as crianças e mostrar as imagens antes ou depois de ler a história;
* É necessário que esta atividade de leitura envolva as crianças no enredo da história, na forma que a professora utiliza a língua para ler e dar significado a narrativa escolhida para o trabalho (de leitura e reconto);
3. DEPOIS DE LER
* Conversar com as crianças sobre a história ouvida: que parte da história mais gostaram, como podem reconhecer esta parte da história no livro, o que faz com que esta parte seja interessante, dentre outras perguntas;
* É importante que a professora seja orientada de que nem todas as crianças precisam falar nesta roda. As falas podem ser socializadas e problematizadas coletivamente;
* Esta conversa não deve se transformar numa checagem dos conteúdos da história como: enumerar nomes dos personagens, encadear corretamente os fatos, mas se constituir num momento prazeroso de troca de impressões sobre uma história ouvida através da leitura da professora.

Quanto à atividade de reconto, é interessante notar o papel que ela cumpre na apropriação da linguagem pela própria criança. A criança conta a história, mas, ao fazer isso, procurando recuperar o texto tal como aparece no livro, ela utiliza a linguagem escrita. Por esse motivo, a proposta do reconto tem valor em si e não necessita ser sempre seguida por um registro escrito (o ditado da história feito pela criança é importante porque promove outras aprendizagens, mas não substitui o reconto). Veja a seguir algumas orientações para o planejamento do reconto pela criança:

1. ANTES DO RECONTO
* Realizar leituras de histórias para as crianças de acordo com asorientações do texto acima e de preferência muita vezes;
* Antecipar perguntas que podem ser feitas as crianças que apóiem o reconto da história lida pela professora;
* Pensar em outros apoios ao reconto: o uso das imagens e textos do próprio livro pelas crianças, a participação de uma ou várias crianças no reconto, a chamada de atenção das crianças para os
marcadores da linguagem escrita presentes no texto, dentre outros.


2. DURANTE O RECONTO
* Retomar o texto com as crianças ( pode ser na sequência da roda após a leitura);
* Incentivar as crianças a retomarem oralmente o texto lido (pela memória);
* Verificar se uma ou mais crianças farão o percurso do reconto e, sem interromper a narrativa de cada criança, provocá-las a completarem suas idéias;
* Esta atividade não pode estender-se por muito tempo e pode ser repetida se a professora tiver a intenção de reescrever a história a partir da narrativa das crianças, atividade que mobiliza outros conhecimentos acerca da linguagem escrita;
* Para tematizar esta prática e poder entendê-la melhor, pode-se filmá-la ou gravá-la;


3. DEPOIS DO RECONTO
* Não há necessidade de escrever a história narrada pelas crianças, a não ser que a finalidade do reconte seja reescrever a história (com a professora como escriba);
* Repensar o papel da ilustração de trechos da história como apoio a atividade de reconto: como desenhar a história ajuda acriança a pensarem nos conteúdos da linguagem escrita?
* Rever ou ouvir com as crianças as gravações realizadas e compará-las com nova leitura do texto.



A ORGANIZAÇÃO DO TEMPO DE LER E RECONTAR


Um dos principais objetivos da roda de histórias é construir familiaridade das crianças com os livros e a leitura. Por isso, a leitura em voz alta que é feita pelo professor na roda de história, é uma atividade permanente na rotina da educação infantil. A indicação dos livros favoritos também pode ocupar esse espaço, com periodicidade semanal, por exemplo, marcando o dia de emprestar e devolver os livros da biblioteca de sala. A organização de um painel coletivo é uma dica interessante para promover a troca de todas as crianças que participam da comunidade leitora daquela U.E. Já o reconto, pode ser proposto como parte de uma seqüência didática em que todas as crianças da turma possam se envolver com as histórias e se posicionar de diferentes maneiras, ora como ouvinte, ora como leitor. Pode, ainda, ser um projeto maior, envolvendo a produção de um encontro de leitores em diversas rodas o que vai exigir das crianças a resolução
de diversos problemas: a eleição dos livros favoritos da comunidade; a leitura e o estudo dos livros que serão recontados; a programação de convites, da programação e dos cartazes do evento etc. Todas essas atividades envolvem as crianças nas diferentes práticas da nossa língua.

A QUALIDADE DO MATERIAL GRÁFICO APRESENTADO ÀS
CRIANÇAS


É preciso cuidar do material que se vai expor ao grupo: o texto que é apresentado às crianças faz diferença na qualidade da leitura que elas poderão realizar. Como elas poderão antecipar significados a partir de imagens infantilizadas e empobrecidas que não ampliam o que vão aprender e, muitas vezes, reforçam enganos e idéias preconceituosas ou estereotipadas?
É importante escolher textos que possibilitem às crianças uma primeira leitura, antecipando-se ao professor. O professor pode decidir como usar os materiais que ele possui na escola. É possível, por exemplo:
* levantar os vários livros que tratam da mesma história;
* ler versões diferentes do mesmo conto justamente para notar a diferença de linguagem, para apreciar o texto bem escrito;
* fazer rodadas de leitura crítica, recomendando ou não os livros que a turma mais gosta para o restante da sala ou para outras crianças da escola.
Desse modo, ele vai ampliando suas expectativas de formação dos leitores de sua turma, criando contextos cada vez menos artificiais para essa instigante tarefa.
(Orientações Curriculares: expectativas de aprendizagens e orientações didaticas p. 89)

* fonte: Cadernos da Rede , PMSP

27.12.11

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA


A prática da leitura se faz presente em nossas vidas
desde o momento em que começamos a "compreender"
o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar
e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de
 perceber o mundo sob diversas perspectivas, de
 relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, 
no contato com um livro, enfim, em todos estes casos
 estamos, de certa forma, lendo - embora, muitas vezes,
 não nos demos conta.

A atividade de leitura não corresponde a uma
 simples decodificação de símbolos, mas significa,
 de fato, interpretar e compreender o que se lê.
 Segundo Angela Kleiman, a leitura precisa permitir
 que o leitor apreenda o sentido do texto, não
 podendo transformar-se em mera decifração 
de signos linguísticos sem a compreensão semântica 
dos mesmos.

Nesse processamento do texto, tornam-se 
imprescindíveis também alguns conhecimentos 
prévios do leitor: os linguísticos, que correspondem 
ao vocabulário e regras da língua e seu uso; os textuais,
 que englobam o conjunto de noções e conceitos
 sobre o texto; e os de mundo, que correspondem
 ao acervo pessoal do leitor. Numa leitura satisfatória,
 ou seja, na qual a compreensão do que se lê é alcançada,
 esses diversos tipos de conhecimento estão em interação.
 Logo, percebemos que a leitura é um processo interativo.

Quando citamos a necessidade do conhecimento prévio 
de mundo para a compreensão da leitura, podemos
 inferir o caráter subjetivo que essa atividade assume. 
Conforme afirma Leonardo Boff,cada um lê 
com os olhos que tem. E interpreta onde os
 pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. 
Para entender o que alguém lê, é necessário saber como
 são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isto faz 
da leitura sempre um releitura. [...] Sendo assim, fica
 evidente que cada leitor é co-autor.

A partir daí, podemos começar a refletir sobre o
 relacionamento leitor-texto. Já dissemos que ler é,
 acima de tudo, compreender. Para que isso aconteça, 
além dos já referidos processamento cognitivo da leitura
 e conhecimentos prévios necessários a ela, é preciso que
 o leitor esteja comprometido com sua leitura.
 Ele precisa
 manter um posicionamento crítico sobre o que lê, 
não apenas passivo. Quando atende a essa necessidade, 
o leitor se projeta no texto, levando para dentro
 dele toda sua vivência pessoal, com suas emoções, 
expectativas, seus preconceitos etc. É por isso que 
consegue ser tocado pela leitura.

Assim, o leitor mergulha no texto e se confunde com ele,
 em busca de seu sentido. Isso é o que afirma 
Roland Barthes, quando compara o leitor
 a uma aranha:
[...] o texto se faz, se trabalha através de um
entrelaçamento perpétuo; perdido neste tecido
 - nessa textura -, o sujeito se desfaz nele,
 qual uma aranha que se dissolve ela 
mesma nas secreções construtivas de sua teia.

Dessa forma, o único limite para a amplidão da leitura
 é a imaginação do leitor; é ele mesmo quem constrói 
as imagens acerca do que está lendo. Por isso ela se
 revela como uma atividade extremamente frutífera 
e prazerosa. Por meio dela, além de adquimirmos mais
 conhecimentos e cultura - o que nos fornece maior 
capacidade de diálogo e nos prepara melhor para
 atingir às necessidades de um mercado de trabalho 
exigente -, experimentamos novas experiências, ao
 conhecermos mais do mundo em que vivemos e
 também sobre nós mesmos, já que ela nos leva
 à reflexão.

E refletir, sabemos, é o que permite ao homem abrir
 as portas de sua percepção. Quando movido por
 curiosidade, pelo desejo de crescer, o homem se renova constantemente, tornando-se cada dia mais apto 
a estar no mundo, capaz de compreender até as 
entrelinhas daquilo que ouve e vê, do sistema em 
que está inserido. Assim, tem ampliada sua visão de mundo
 e seu horizonte de expectativas.

Desse modo, a leitura se configura como um poderoso e 
essencial instrumento libertário para a sobrevivência
 do homem.

Há entretanto, uma condição para que a leitura
 seja de fato prazerosa e válida
 o desejo do leitor. 
Como afirma Daniel Pennac,
 "o verbo ler não suporta o imperativo".
 Quando transformada em obrigação, a
 leitura se resume a simples enfado. Para suscitar
 esse desejo e garantir o prazer da leitura, Pennac 
prescreve alguns direitos do leitor, como o de escolhe
o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, 
ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados esses direitos,
 o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e 
valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo 
indissociável. A leitura passa a ser um imã que atrai 
e prende o leitor, numa relação de amor da qual ele,
 por sua vez, não deseja desprender-se.
Maria Carolina
Professora de Língua Portuguesa e
 Redação do Ensino Médio.

23.12.11

O Natal Verdadeiro



O NATAL VERDADEIRO
Texto de Aluísio Cavalcante Jr.


Silêncio!

O Natal está chegando.

Já podemos ouvir os sons que chegam das ruas.

Já podemos ver as árvores enfeitadas de luzes.

Na televisão muitas propagandas falam do Natal.

Crianças correm e pedem presentes.

As lojas se enchem de pessoas que correm de um lado ao outro

Cheias de pacotes.

Comemoram-se as compras, as vendas, o consumo.


Mas o verdadeiro Natal não é esse.

O verdadeiro Natal chega silencioso a cada vida,

E toma conta de cada coração

Que não tenha perdido a doçura de sentir.

Este natal chega de graça,

E também cheio de graça,

Trazido pelo brilho suave da mais bela das luzes,

A luz da fé.


Por isso neste Natal

Mais que presentes é preciso distribuir amor.

É preciso abraçar nossos amigos.

Dividir a nossa mesa com aqueles que têm fome.

É preciso amar nossas famílias.

Caminhar com os nossos filhos.

Reaprender a doçura de sentir.

Sentir como é bom estar vivo.

Sentir como é bom ter um lar.

Sentir a grandeza do amor de Deus

Por meio do presente maior que poderia nos ser dado:

Seu filho Jesus.


E cada um que celebre esta noite.

Cada homem, cada mulher,

Que entenda que o Natal não é consumo, é doação.

Que entenda que o Natal não é uma data, é celebração.

Que sinta o coração encher-se de esperança.

Tem a obrigação de ensinar a cada dia,

O valor da fé, da amizade, da solidariedade,

E celebrar o verdadeiro nascimento de Jesus,

Que nasceu para que o mundo fosse melhor.

Que nasceu para que o mundo fosse amor.


Que todos nós possamos ter um Santo Natal, repleto de fé, amor, solidariedade e esperança!

Fontes:  

14.12.11

Natal informático

Dê um CLIQUE DUPLO neste NATAL!

ARRASTE JESUS

para seu DIRETÓRIO PRINCIPAL,

SALVE-O em todos seus ARQUIVOS PESSOAIS,.

SELECIONE-O como seu DOCUMENTO MESTRE..

Que ele seja seu MODELO

para FORMATAR sua vida:

JUSTIFIQUE-a e ALINHE-a

À DIREITA e À ESQUERDA,

sem QUEBRAS na sua caminhada.

Que JESUS não seja apenas

um ÍCONE, um ACESSÓRIO,

uma FERRAMENTA, um RODAPÉ,

um PERIFÉRICO,

um ARQUIVO TEMPORÁRIO,

mas o CABEÇALHO,

a LETRA CAPITULAR,

a BARRA DE ROLAGEM

de seu caminhar.

Que Ele seja a FONTE de energia

para sua ÁREA DE TRABALHO,

o PAINTBRUSH

para COLORIR seu sorriso,

a CONFIGURAÇÃO de sua simpatia,

a NOVA JANELA para VISUALIZAR

o TAMANHO de seu amor.

No seu dia-a-dia, seja Ele

o PAINEL DE CONTROLE

para DESFRAGMENTAR sua vida,

fazer DOWNLOAD de seus sonhos

e OPTIMIZAR suas realizações.

DESATIVE seu egoísmo,

COMPACTE suas liberdades,

CANCELE seus RECUOS,

e DELETE seus ERROS.

COMPARTILHE seus RECURSOS,

ACESSE o coração de seus amigos.

e ESCANEIE para eles

o que você tem de bom.

Não deixe à MARGEM ninguém,

ABRA as BORDAS de seu coração

e REMOVA dele o VÍRUS do desamor.

Antes de SAIR,

coloque JESUS nos seus FAVORITOS

e seu NATAL será o ATALHO

para sua felicidade!

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