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19.1.12

Brincadeiras para o início do ano!!!!!!!!!

Um, dois, três e já! - Faixa etária: Educação Infantil


Risca-se no chão uma linha de partida e, a uma certa distância, uma linha de chegada. As crianças devem ficar atrás da linha de partida. Desenvolvimento: ao sinal de partida " um, dois e três "; as crianças correm para a frente até ouvirem a ordem " pare". Nesse momento, todos param a corrida e ficam parados no lugar. Novamente é repetida a ordem "um, dois e três " para ser, algum tempo depois , paralizada, continuando até que todos cheguem à linha final.


Correndo do canguru - Faixa etária: Educação Infantil
Preparação: crianças ao lado das outras em linha reta colocadas a uns 10 m de distância da linha de chegada (riscar com giz a linha de chegada). Desenvolvimento: o professor deve dar o sinal e as crianças saem pulando como canguru, até a linha de chegada. Repetir a corrida pulando sobre a outra perna.


O gato e o rato - Faixa etária: Educação Infantil
Os alunos serão divididos em dois grupos: gato e rato . Iniciado o jogo, os ratos deixarão cair, por onde andarem, papel picado. Os gatos deverão ir atrás dos ratos recolhendo os papéis picados. A criança que recolher mais papéis vencerá o jogo.


Cadeiras com sapatos - Faixa etária: Educação Infantil
Ao sinal, o participante de olhos vendados , devem engatinhar procurando tênis ou sapato (que foram espalhados anteriormente), e a medida que são achados vão sendo colocados nos pés das cadeiras. Será considerado vencedor quem colocar mais calçados nos pés.

Projeto quem sou eu


Projeto: Quem sou eu?
Alunos Atendidos: Crianças em fase Pré-Escolar – Pode ser adaptado aos
alunos de Educação Infantil – Períodos: I e II.
Duração: Em média quatro semanas.
Objetivos:
Ao final do projeto os alunos deverão ser capazes de:
• Saber a história de sua vida;
• Conhecer a história e o significado de seu nome;
• Desenvolver a atenção para futura identificação de partes do corpo e órgãos
dos sentidos;
• Estimular o raciocínio e a percepção visual;
• Desenvolver a imaginação e a criatividade;
• Saber maior número de palavras e expressões antes desconhecidas
( Aumento e enriquecimento do vocabulário );
• Identificar suas preferências em relação a tudo que o cerca, a sua realidade;
• Formar próprios conceitos através de descobertas e experimentações.
Culminância: Construção de um Mural coletivo e de um Álbum da vida -Individual.
“ Se uma criança vive com aceitação e amizade; aprende a
encontrar o amor no mundo.”
( Eny e Esther Sarli )

Marcando o material da criança com a turma da Mônica


Fichas de rotina para sala de aula com a turma da Mônica










13.1.12

TEXTO PARA ESTUDO - LEITURA E INTERCÂMBIO ENTRE LEITORES


Leitura e intercâmbio entre leitores


Incluem-se aqui várias situações de exploração, leitura e intercâmbio de leitores na escola e entre as famílias. O propósito é gerar encontros pessoais e compartilhados com uma diversidade de textos literários e informativos. A partir dessas situações, os alunos têm oportunidade para desenvolver diferentes práticas de leitor, por exemplo, decidir o que ler e com quem, solicitar os materiais referindo-se a eles de maneira cada vez mais precisa, compartilhar os efeitos que uma obra produz, recomendar textos lidos a outros leitores, especializar-se na obra de um autor.


Exploração, escolha de obras e intercâmbio com pares e adultos
Propiciar diferentes momentos de encontro com os livros dá oportunidade para que os alunos atuem como leitores. As crianças selecionam livros que desejam ler atendendo a diversos critérios – por exemplo, seguir a obra de um autor, ler sobre um tema de interesse, preferir uma coleção ou série por suas ilustrações – e comentam essa experiência com seus colegas.
O professor pode organizar uma mesa de livros dispondo uma quantidade de materiais mais ou menos equivalente ao número de alunos presentes. Informa dados de algumas obras oferecidas, tais como autor, título, editora, coleção; propicia a leitura individual e logo em duplas a fim de que tenham a oportunidade de compartilhar com outros as obras lidas e enriquecer suas interpretações; organiza intercâmbios coletivos para que os alunos comentem suas experiências com os livros.


Leitura de um conto e abertura de um espaço de intercâmbio
Ler uma obra e abrir um espaço de intercâmbio com o grupo possibilita a entrada no mundo criado pelos textos e o intercâmbio de impactos e reflexões com outros leitores. O propósito didático é formar os alunos como leitores de literatura, colocando em jogo práticas que favorecem a construção de sentidos cada vez mais elaborados e a produção de opiniões cada vez mais fundamentadas acerca das obras. O professor lê em voz alta e todos comentam o efeito que a obra produziu, fazem perguntas e observações que permitem voltar a ler fragmentos para reiterar as interpretações, solicitam a releitura de partes para reviver cenas ou simplesmente para apreciar ou deleitar-se com a maneira como estão escritas.
Entre as condições didáticas que favorecem o desenvolvimento desta situação podem-se mencionar: a geração de um clima propício para a leitura do conto em voz alta, a disposição das crianças para a escuta, a leitura do conto completo sem pular parágrafos ou substituir palavras e a possibilidade – tanto das crianças quanto do professor – de pôr em uso as práticas acima mencionadas.


Leitura de textos informativos
Além de materiais literários, o professor pode ler e comentar com as crianças textos informativos, tais como artigos de divulgação científica ou notas de enciclopédia com o propósito de saber mais sobre um tema.
Em alguns momentos, seleciona textos “difíceis” no sentido de que colocam desafios para seus alunos; textos que oferecem oportunidades de discutir seu significado ao confrontar interpretações ao reler alguns dos fragmentos. São textos que costumam requerer alguns conhecimentos sobre o tema que tratam e desenvolver certas estratégias de leitura como, por exemplo, estabelecer relações entre as diversas partes do texto e considerar pistas linguísticas que funcionam como ponto de apoio para elaborar hipóteses.
Para começar, o professor realiza uma leitura global enquanto mostra as ilustrações.
Também pode realizar uma leitura detendo-se em algumas passagens para dar explicações, fazer comentários ou exemplificar apontando outros dados, voltar atrás na leitura para recuperar uma expressão que serve para compreender melhor o texto, favorecer que as crianças façam perguntas e formulem respostas. Mostra-se como um leitor experiente que adapta a maneira de ler ao texto, aos propósitos que guiam a leitura e à audiência.
Finalizada a leitura, o professor escolhe um ou vários temas para discutir a respeito do texto. Durante o intercâmbio, apresenta dados sobre o tema, ajuda a estabelecer relações entre o que as crianças já sabem e os novos conteúdos que o texto traz, favorece que descubram as marcas que emprega o autor (tempos verbais, sinais de pontuação, conectivos) para que o leitor reconstrua as idéias do texto, amplia as informações por meio da consulta de outras fontes.


Produção de recomendações
O intercâmbio entre leitores vai além das portas da sala de aula. Com esse objetivo, tanto na escola como na pré-escola se habilitam espaços formais para comentários e recomendações bibliográficas.
Estes intercâmbios entre colegas se realizam de forma escrita e oral. Os professores podem destinar um determinado tempo do dia para que seus grupos se encontrem e conversem a respeito dos livros que conhecem. Ao mesmo tempo em que estes encontros acontecem é importante planificar situações específicas para que as crianças produzam recomendações
escritas, seja ditando-as ao adulto ou por si mesmas. Para poder escrevê-las é necessário que relembrem a obra selecionada e releiam alguns fragmentos que consideram particularmente interessantes, seja pela forma como foram escritos, pelas imagens que suscitam, porque há um interesse em citá-los ou porque apresentam alguma dúvida. Estas recomendações publicam-se na escola para que todos possam consultá-las – por exemplo, em cartazes de propaganda, no jornal ou no mural – e/ou circulam fora do âmbito escolar.Circulação de sacolas viajantes
O intercâmbio entre leitores passa também pelo ambiente familiar. Trata-se de estimular espaços compartilhados de leitura, convidando as famílias a participar da circulação de alguns materiais da biblioteca.
As sacolas viajantes podem conter materiais de leitura variados destinados a crianças e material específico para adultos (contos, romances, textos informativos, poesias, histórias em quadrinhos, etc.). Incluem um caderno para que os alunos possam escrever sobre a experiência compartilhada e as famílias registrar comentários a respeito das leituras e sugestões de outros materiais a serem incluídos.

* págs. 17 - 22 do livro "A Leitura na Alfabetização Inicial, Situações Didáticas no Jardim e na Escola", de Mirta Castedo e Claudia Molinari, Dirección General de Cultura Y Educación, Província de Buenos Aires.

** fonte: Projeto Entorno, Fundação Victor Civita e PMSP (disponível também em:http://www.fvc.org.br/pdf/projeto-entorno.pdf)

12.1.12

O professor pode ser fonte de motivação para o aluno?



O professor pode ser fonte de motivação para o aluno?

     A motivação do aluno para os estudos é considerada um fator de suma importância para o êxito escolar. Podemos definir motivação como a força propulsora interior a cada pessoa que estimula, dirige e mobiliza, ou seja, conduz o sujeito à ação com empenho e entusiasmo.

     Na literatura, encontram-se dois tipos de motivação: a) Motivação intrínseca: baseada em um interesse pessoal. Possui como características a autonomia e o autocontrole. Por exemplo: o aluno estuda História da África para entender sua condição de negro. b) Motivação extrínseca: baseada em recompensas materiais e sociais. Quando o sujeito se dirige a um determinado objetivo estimulado por aspectos correlatos que dele podem resultar. Por exemplo: o aluno estuda História da África para ser aprovado no vestibular. Destacamos três fatores que podem influenciar significativamente a motivação:

O significado que o conteúdo e a disciplina têm para o aluno

     O significado do conteúdo e da disciplina varia de acordo com as metas e os objetivos de vida de cada um. Caso não se perceba a utilidade, o interesse e o esforço tendem a diminuir à medida que o aluno se pergunta que serventia tem aquilo que o professor lhe ensina. Colocar problemas ou interrogações, despertar a curiosidade dos alunos, mostrando a relevância que pode ter para os mesmos a realização da tarefa, é essencial.

     É imperativo que o professor conheça o aluno e sua história de vida. Assim, o educador poderá ficar próximo dele, saber seus interesses e sonhos para, a partir daí, preparar aulas atrativas e significativas que atenderão às necessidades e aos interesses da turma.

As implicações da autoestima para a motivação 
     A elevada autoestima estimula o aprendizado. O estudante que goza de elevada autoestima aprende com mais alegria e facilidade. Quem se julga incompetente e incapaz de aprender, aproximase de toda nova tarefa de aprendizagem com uma sensação de desesperança e medo.

     Alunos desmotivados, com baixa autoestima, costumam desenvolver atitudes como “não sei fazer, não adianta tentar, não vou conseguir...”. Eles necessitam de uma orientação educacional que inclua estímulos socioafetivos que favoreçam o desenvolvimento do autoconhecimento, da identidade pessoal e com ela a elevação da autoestima, para reconstruir seus projetos de estudo e de vida.

A motivação do professor

     Tendo em vista que a atividade acadêmica se realiza de forma coletiva e em um contexto social, o professor deve criar um “ambiente motivador”. Isto significa desenvolver em sala de aula situações de aprendizagem em que o aluno tenha papel ativo na construção do conhecimento, usando adequadamente os recursos didáticos, a avaliação formativa, as estratégias de ensino e o conteúdo, proporcionando atividades desafiadoras etc. Entretanto o professor é, por excelência, o principal agente motivador. Precisa estar motivado, ter compromisso pessoal com a educação, demonstrar dedicação, entusiasmo, amor e prazer no que faz.

     O educador deve ser aquele que estabelece uma relação de afetividade com o aluno, que busca mobilizar a energia interna do mesmo. Se o clima de calor humano, desenvolvido pelo professor, é percebido no processo de interação, passando a imagem de pessoa digna de confiança, amistosa, é provável que os estudantes se esforcem para corresponder às suas expectativas. Comentários do tipo “você não aprende mesmo!” ou “você não quer nada, não tem jeito!” danificam a autoestima do aluno e reforçam o sentimento de incompetência.

     A qualidade das relações que se estabelecem no interior da sala de aula tem implicações na motivação do aluno. As pessoas procuram sentir-se aceitas pelos outros. Podemos chamar isso de motivação de filiação, ou seja, a necessidade que a pessoa tem de se sentir aceita e valorizada.

     É preciso levar em consideração que fatores socioeconômicos e biológicos também condicionam a motivação. O professor não pode considerar o problema do desinteresse do aluno apenas como uma questão psicológica. A falta de motivação pode ocorrer, também, pela não satisfação de necessidades como fome, cansaço e afeto. O importante é avaliar cada caso e procurar resolvê-lo na medida do possível.


Niusarte Virginia Pinheiro
pedagoga, mestre em Ciências da Educação, professora na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Teófilo Otoni, MG.
Endereço eletrônico: niusarte@yahoo.com.br

Artigo publicado no jornal Mundo Jovem, edição nº 393, fevereiro de 2009, página 7.

ORGANIZADO POR PEDAGOGA LUZIANE NONATO





5.1.12

Decorando a sala de aula

Painel dos aniversariantes
painel do alfabeto
Diversas sugestões  ví no blog de Mari, Pra gente miúda  ! Aproveitem  o tempo para navegar  e curtir as várias ideias para deixar  sua sala linda ♥